Arquivo da categoria ‘Fisiculturismo’

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A atividade física influi em mecanismos específicos responsáveis pela redução da produção de força e conseqüentemente à fadiga. A preocupação em melhorar o desempenho físico tem sido propostos; observamos que estudos dão atenção para reduzir acúmulos dos metabólitos que diminuem a fadiga durante o exercício físico intenso, usando aminoácidos conhecidos por induzir mudanças metabólicas, entre eles a arginina.

O presente estudo teve como objetivo estudar o efeito da suplementação aguda de aspartato de arginina em indivíduos sadios treinados submetidos a um protocolo de exaustão em um cicloergômetro.
Foram utilizados 12 indivíduos treinados do sexo masculino, idade de 22,6 ± 3,5 anos. Realizaram três testes 90 minutos após a administração em dose única do aspartato de arginina ou solução placebo, em um cicloergômetro, em que incrementos de cargas foram adicionados até a exaustão. Amostras sanguíneas foram obtidas para análises bioquímicas como: creatinina, uréia, glicose e lactato. Diferenças estatísticas não foram encontradas ao comparar os valores de Freqüência Cardíaca Máxima, Tempo Máximo e Carga Máxima e também ao comparar os resultados anteriores e posteriores ao teste para uréia, creatinina e glicose. As concentrações de lactato (mmol/l) apresentaram diferença estatística ao comparar os valores pré-teste (Controle: 2,2 ± 0,14; Arginina: 2,43 ± 0,23; Placebo: 2,26 ± 0,11) com valores pós-teste (Controle 10,35 ± 0,57; Arginina: 12,07 ± 0,88; Placebo: 12,2 ± 0,96), p < 0,001.

Os principais resultados deste estudo indicam que a administração aguda de aspartato de arginina não se mostrou efetiva em aumentar a tolerância à fadiga dos indivíduos avaliados e tratados no protocolo de teste incremental até a exaustão. Assim, podemos concluir que a dose utilizada não foi capaz de aumentar a tolerância à fadiga muscular.

 

  • INTRODUÇÃO

Sabe-se que durante o exercício de alta intensidade, as maiores vias de fornecimento de ATP são a quebra da creatina fosfato e a degradação do glicogênio muscular a ácido lático. Assim, a redu- ção da creatina fosfato e glicogênio contribuem para o declínio da produção anaeróbia de energia e desempenho do exercício(1-3). É evidente que o desempenho músculo-esquelético diminui durante a atividade física intensa e este fenômeno é conhecido como fadiga(4,5).

(mais…)

Fazendo uma rápida atualização no Blog com alguns vídeos com dicas e explicações sobre execução e métodos de treinamento.

Vídeo 1 : Exercícios para Trapézio

Vídeo 2: Panturrilha bem executada

Vídeo 3: Isolando deltoide posterior

Em breve mais vídeos!
Abraços e bom treino a todos!
Guilherme

Salve marombada! To bem corrido esse mes, razão pela qual não estou conseguindo atualizar semanalmente o blog…
Mas vamos la, algumas perguntas feitas por usuários do Facebook que o Mestre Waldemar respondeu em sua página oficial, selecionei algumas interessantes, segue abaixo:

Waldemar Guimarães

  • Como posso distinguir uma dor de treino efetivo ou se a mesmo foi em demasia?

Resposta:
Ótima pergunta, aliás, se atletas e treinadores observassem isto mais atentamente poderiam evitar uma série de dessabores.
Muitas vezes lesões ocorrem justamente porque o atleta não sabe distinguir quanto foi o suficiente e quando foi excessivo. A dor promovida pelo processo de falha da musculatura e mesmo a falha total, não é instantânea, mas caracterizada por aquecimento local, ou como se fala popularmente, sente-se o músculo queimar. Já a dor que sinaliza lesão é súbita e aguda como se fosse uma agulhada ou mesmo a sensação de ter sido perfurado por uma faca. Às vezes o processo é tão intenso que denota a ruptura parcial ou total de tecido muscular e ou conjuntivo, às vezes apenas poucas fibras se romperam, mas o desavisado para não interromper suas repetições insiste em realizar mais algumas e a lesão apenas se torna mais séria.
Exemplo clássico. O elemento esta realizando o agachamento e subitamente aparece aquela dor aguda como se fosse uma facada no lombar. O músculo esta sinalizando: “Pare agora seu retardado!”, mas, o elemento insiste em realizar mais repetições, depois vai amargurar um longo período de recuperação e idas à fisioterapia.
Certa vez um basista aposentado amigo meu, pegou um voo e foi visitar a nova namorada. Foram a um shopping centre local, logo identificou que havia uma competição de supino no hall principal. A fim de impressionar a nova namorada, inscreveu-se na competição e sem pedir cargas progressivas e se aquecer apropriadamente, heroicamente empunhou a barra, mas na primeira tentativa teve ruptura bilateral e total dos tendões do peitoral.
Sua primeira atitude pós-boçalidade foi me ligar da cidade distante e perguntar o que fazer.
– Seu maluco, idiota, irresponsável coloca gelo imobiliza e vai para o hospital!

  • Mestre vejo o senhor nos vídeos exigindo que seus atletas realizem o supino com a cabeça encostada no banco, no entanto um grande número de atletas mantém a cabeça a frente ou mesmo em movimento, qual o correto?

Resposta:
Vamos lá, atletas que você observa em vídeos, muitas vezes têm o trapézio tão desenvolvido e os músculos flexores do pescoço tão rígidos que não conseguem manter a cabeça onde deveriam, outros se acostumaram a manter o olhar fixo na barra simplesmente. Mas, de fato, exijo sim a forma mais estrita e sólida possível de execução a fim de minimizar a ação de músculos sinergistas e estabilizatórios para os esforços focarem no músculo alvo que esta trabalhando, no caso do supino. A fim de realizar o exercício com mais peso, é inclusive recomendado colar a cabeça no banco e até pressionar para baixo de encontro ao próprio banco. Um estudo de Berger e Smith demostra que este procedimento cria uma resposta neural que facilita a ação dos músculos utilizados no supino.
Portanto, não dê cabeçadas e cola a cabeça no banco ANIMAL!
Berger R. A. and Smith K.J.. Effects of the Tonic Neck Reflex in the Bench Press. Journal of Applied Sport Science Research. 5.4, p. 188-191, 1991

  • Como o Senhor sugere o uso de suplementos alimentares?

Resposta:
No mínimo, antes de indicar suplementos, verifico o aporte nutricional diário, ou seja, como vem sendo feito as refeições, horários e diversificação dos macronutrientes bem como o equilíbrio dos mesmos. Ensino há anos que “pessoas comuns comem e atletas se alimentam”, este pensamento induz mais técnica e responsabilidade ao indivíduo frente às refeições. Aliás, não denominamos nada como café da manhã, almoço, jantar ou colação, isto não esta presente em nosso vocabulário, para nos são todas “refeições” e têm igual importância.
É muito importante prescrever corretamente de acordo com as necessidades individuais, por isso contamos com nutricionistas ótimos que trabalham conosco, tais como o Dr Oswaldo Neto, Poliana Stabile e Rodolfo Peres.
Para um bodybuilder é vital administrar as corretas doses de alimentos e suplementos, tais como creatina, glutamina, BCAA’s, Proteinas em pó,etc.. Imagine você indo a um médico que lhe diz apenas para tomar antibióticos e lhe entrega um pote com os mesmos; se você tomar a menos a doença a ser combatida pela droga não desaparecerá, se administrar demais sofrerá a incidência de efeitos colaterais adversos. Com alimentos e suplementos é o mesmo. Você deve saber a dose ideal para as suas necessidades a fim de obter o máximo de acordo com seus objetivos, por isto consulte um especialista.

Valeu pessoal!
Próximo post também com o Mestre Waldemar, dando dicas com vídeos!
abraços

Salve marombeiros!
Passando rápido para deixar mais um vídeo do Grande Fernando Sardinha, dessa vez com o tal do Ander, que ficou conhecido no youtube com uns videozinhos ai…

Bom treino a todos!
abraços
Guilherme

Hoje em dia é muito comum vermos nas academias pessoas reclamando do seu próprio corpo, até ai tudo bem, mas hoje, mais do que nunca o mal da Vigorexia tem se tornado um tanto quanto comum. A Vigorexia é um transtorno que atinge principalmente o sexo masculino, e mais precisamente nos “viciados em academia”, que mesmo quando já estão fortes, ainda se veem magros, a imagem a baixo mostra perfeitamente como é uma pessoa que sofre do mal da Vigorexia.

Um mal chamado Vigorexia

Um mal chamado Vigorexia

Dentre os principais sintomas, nós temos:

  • Acreditam que estão mais magros do que na realidade estão
  •  Acham-se fracos
  • Têm vergonha do seu corpo 
    O assunto é tão atual, que virou tese de mestrado na Unesp de Rio Claro. A dissertação foi defendida no novo programa multidisciplinar Desenvolvimento Humano e Tecnologias, do Instituto de Biociências. O educador físico Flavio Dezan foi o primeiro a obter o título de mestre no novo programa com o tema Corpos Modernos e Vigorexia na Rede Social Virtual: Ideais Midiáticos e Suas Influências na Imagem Corporal Masculina.“O novo plano multidisciplinar da Unesp foi idealizado por um grupo de docentes que viam a necessidade de mudanças na estrutura e forma de condução da formação de recursos humanos em Desenvolvimento Humano e Tecnologias, e que em 2010 teve o ingresso de seus primeiros alunos de mestrado e doutorado, das mais variadas áreas do conhecimento (educação física, fisioterapia, biblioteconomia, engenharia, entre outros)”, afirma Dezan.

    O programa, composto por duas linhas de pesquisas – Tecnologias, Corpo e Cultura, e Tecnologias e Desempenho Humano – é coordenado pelo professor Afonso Antonio Machado e, já no primeiro ano, foi conceituado pela CAPES com o nível 4.

    Durante o desenvolvimento da tese de mestrado, Dezan constatou que a vigorexia atinge principalmente homens entre os 18 e 35 anos.

    O educador físico acredita que a importância de seu trabalho se dá na medida em que as relações com o mundo tecnológico se mostram cada vez mais fugazes e sujeitas a padrões estético-corporais que raramente são possíveis de atingir, causando uma série de situações que levam ao desenvolvimento de quadros psicopatológicos, tais como os distúrbios de imagem.

    Vigorexia

     

O aparecimento da vigorexia surge como forma de expressão corporal ou estilo de vida, como preferem referir a si próprios os acometidos por esse distúrbio de imagem, cujo objetivo principal é a obtenção do corpo perfeito, mas nunca estar satisfeito com esta perfeição.A grande questão é se nós podemos ser nós mesmos, com nossas qualidades e defeitos, ou temos que nos apresentarmos sob uma luz favorável sempre.

Espero ter ajudado aqueles que ainda tinham dúvidas sobre a Vigorexia…
Se voce gostou, tem alguma dúvida, crítica ou sugestão, deixe um comentário abaixo!
abraços
Guilherme

 

Salve guerreiros!

Continuando com os posts desse ano, dessa vez com um video desse tal de Ander, que ficou “famosinho” na internet copiando na cara dura os vídeos do Scarpelly, mas enfim, como não tenho nada a ver com isso estou repassando este bom treinamento de ombros com o grande Fernando Sardinha…

 

Até mais! Bom treino a todos!
Guilherme