Arquivo da categoria ‘Dieta e Nutrição’

Isso é o que deveria vir escrito em cada copo de shake… 

É uma falta de comprometimento com a própria saúde, pois inúmeros artigos mostram o risco de lesão hepática pelo uso dos famosos produtos milagrosos. .

Estudos apresentados no DDW 2006 (Digestive Disease Week 2006), que aconteceu em Los Angeles, Califórnia, EUA. Demonstraram 10 casos de Hepatotoxidade severa associadas com os suplementos dietéticos dos Produtos da Herbalife ®.

Não existe emagrecimento saudável sem reeducação alimentar. Lembrando que perder peso é diferente de emagrecer, fica a dica:

Não troque seu garfo por um canudo! .

E agora, vc vai tomar esse shake hj?

Créditos de foto e texto: @marquinhoslins

A atividade física influi em mecanismos específicos responsáveis pela redução da produção de força e conseqüentemente à fadiga. A preocupação em melhorar o desempenho físico tem sido propostos; observamos que estudos dão atenção para reduzir acúmulos dos metabólitos que diminuem a fadiga durante o exercício físico intenso, usando aminoácidos conhecidos por induzir mudanças metabólicas, entre eles a arginina.

O presente estudo teve como objetivo estudar o efeito da suplementação aguda de aspartato de arginina em indivíduos sadios treinados submetidos a um protocolo de exaustão em um cicloergômetro.
Foram utilizados 12 indivíduos treinados do sexo masculino, idade de 22,6 ± 3,5 anos. Realizaram três testes 90 minutos após a administração em dose única do aspartato de arginina ou solução placebo, em um cicloergômetro, em que incrementos de cargas foram adicionados até a exaustão. Amostras sanguíneas foram obtidas para análises bioquímicas como: creatinina, uréia, glicose e lactato. Diferenças estatísticas não foram encontradas ao comparar os valores de Freqüência Cardíaca Máxima, Tempo Máximo e Carga Máxima e também ao comparar os resultados anteriores e posteriores ao teste para uréia, creatinina e glicose. As concentrações de lactato (mmol/l) apresentaram diferença estatística ao comparar os valores pré-teste (Controle: 2,2 ± 0,14; Arginina: 2,43 ± 0,23; Placebo: 2,26 ± 0,11) com valores pós-teste (Controle 10,35 ± 0,57; Arginina: 12,07 ± 0,88; Placebo: 12,2 ± 0,96), p < 0,001.

Os principais resultados deste estudo indicam que a administração aguda de aspartato de arginina não se mostrou efetiva em aumentar a tolerância à fadiga dos indivíduos avaliados e tratados no protocolo de teste incremental até a exaustão. Assim, podemos concluir que a dose utilizada não foi capaz de aumentar a tolerância à fadiga muscular.

 

  • INTRODUÇÃO

Sabe-se que durante o exercício de alta intensidade, as maiores vias de fornecimento de ATP são a quebra da creatina fosfato e a degradação do glicogênio muscular a ácido lático. Assim, a redu- ção da creatina fosfato e glicogênio contribuem para o declínio da produção anaeróbia de energia e desempenho do exercício(1-3). É evidente que o desempenho músculo-esquelético diminui durante a atividade física intensa e este fenômeno é conhecido como fadiga(4,5).

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A menos que você tenha um diagnóstico firmado de um problema de saúde que exija o consumo de pequenas quantidades de proteína na sua dieta – e isso inclui severas restrições ao seu consumo de carnes e alimentos protéicos de origem vegetal na sua alimentação habitual, você não está contra-indicado ao consumo de proteína em pó em quantidades habitualmente prescritas pelos profissionais da área esportiva.

Analisando os estudos disponíveis sobre ingestão protéica e saúde renal, observa-se que não existem dados consistentes que afirmem a relação entre uma ingestão elevada de proteínas e prejuízo na saúde renal de indivíduos saudáveis. O fato da restrição protéica ser uma das principais medidas no tratamento de pacientes renais não pode ser estendido para pessoas saudáveis.

Após acompanhar MUITOS pacientes que usam suplementos protéicos por VÁRIOS ANOS posso concluir que uma ingestão protéica um pouco acima das atuais recomendações para praticantes de musculação (aproximadamente dois gramas/kg) não está relacionada a complicações renais em indivíduos saudáveis.

No entanto, antes de acrescentar mais medidas de proteína em seus shakes, devemos pensar se existe necessidade para isso. Existem pouquíssimas evidências de que uma ingestão protéica acima de dois gramas/kg promova o crescimento muscular, visto que o excesso seria convertido em glicose e usado como fonte energética, ou convertido em gordura e ser estocado. O que faz diferença nos resultados de muita gente não é aumentar a ingestão protéica mas sim a maneira como a quantidade de proteínas consumida é dividida ao longo do dia.

=> O ideal é que o praticante de musculação ingira proteínas em todas as suas refeições. Uma vez acertado a quantidade ideal de proteína para aquele indivíduo, que essa quantidade seja distribuída ao longo do dia. Nas três refeições principais – café da manhã, almoço e jantar, a disponibilidade dessas proteínas é fácil de ser obtida através da alimentação regular. Infelizmente nas refeições intermediárias, por motivos culturais, praticamente só dispomos de carboidratos e gorduras para nos alimentar. É nessa hora que a suplementação pode ser uma boa opção pela qualidade e praticidade oferecidas.

A INGESTÃO PROTÉICA IDEAL IRÁ DEPENDER DE DIVERSAS CARACTERÍSTICAS INDIVIDUAIS E DA FASE DE TREINAMENTO EM QUE O INDIVÍDUO SE ENCONTRA.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1) Devia, L.; Huffman, J.; Mihevic, J.; Huszti, A.; Lowery, L. Dietary Protein, Resistance Training and Health: A Call for Evidence. J. Int. Soc. Sports Nutr. 2008; 5; 23.
2) Knight, E.L.; Stampfer, M. J.; Spiegelman, D.; Curhan, G. C. The Impact of Protein Intake on Renal Function Decline in Women with Normal Renal Function or Mild Renal Insufficiency. nnals of Internal Medicine, 2003; 138: 460-467.
3) Martin, W. F,; Armstrong, L. E.; Rodriguez, N. R.; Dietary protein intake and renal function. Nutr. Metab. (Lond). 2005;2:25.
Millward, D. J. Optimal intakes of protein in the human diet. Proc. Nutr. Soc. 1999; 58(2):403-13.
4) Poortmans, J.R.; Dellalieux, O. Do regular high protein diets have potential health risks on kidney function in athletes? Int. J. Sport Nutr. Exerc. Metab. 2000;10:28–38.
5) Rosenvinge, A.; et al. Changes in renal function during weight loss induced by high vs low-protein low-fat diets in overweight subjects. Inter. J. of Obes. 1999; 23(11):1170-1177.

Dr Luciano de Castro – Médico Nutrólogo

Quando se fala em suplementação de carboidratos, a segunda coisa que vem a cabeça das pessoas é se existe diferença entre dextrose e maltodextrina. Isso porque a primeira pergunta é sempre a mesma: “mas eu não vou engordar?”.

Existe diferença entre DEXTROSE e MALTODEXTRINA ? A resposta é não.

Waxy Maize x Dextrose x Malto

Waxy Maize x Dextrose x Malto

Tanto dextrose quanto maltodextrina são carboidratos, mas a dextrose é um monossacarídeo (glicose) enquanto a maltodextrina é um polissacarídeo (que se quebra em glicose para depois ser absorvida). Na teoria a maior vantagem da dextrose sobre a maltodextrina seria a absorção mais rápida. Na prática os resultados não mostram diferença entre as duas. Os dois suplementos são absorvidos rapidamente pelo organismo e elevam a glicemia (e consequentemente promovem aumento da insulina) e reduzem o catabolismo proteico. Os estudos que compararam os dois suplementos na recuperação muscular não observaram diferenças significativas entre eles, mesmo com a pequena diferença no tempo de absorção. Ou seja, a escolha entre maltodextrina e dextrose é individual e cada um pode decidir qual comprar pelo paladar (uma vez que a dextrose é muito mais doce e nem todo mundo tolera bem).

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Álcool x Musculação

Chegou o carnaval !! A cereja do bolo do “projeto verão” de muito malhador de temporada. Sem nenhum trocadilho mas a vida da gente vem em ciclos, e o carnaval assim como fecha o verão, costuma ser o fechamento de um ciclo importante pra muita gente.

Longe de mim questionar a motivação ou os métodos que cada um escolhe pra si, mas algumas observações são importantes nesse momento. Se você está chegando aqui no auge de um trabalho árduo, que te consumiu muito empenho, dedicação, esforço e dinheiro, porque desperdiçar tudo em uma única semana ?? Ou pior ainda, se você está no meio de um trabalho de médio-longo prazo, porque se comportar como se não houvesse amanhã depois da quarta-feira de cinzas ?? Hipertrofia ou baixo percentual de gordura, tudo pode ir embora muito mais rápido do que veio se você não tomar alguns cuidados…
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Mesomorfo, Endomorfo ou Ectomorfo

Qual o seu BIOTIPO?

Qual o seu BIOTIPO?

Desde que todos nós somos geneticamente diferentes, saber exatamente qual é o seu tipo físico pode ser uma grande ajuda para alcançar os seus objetivos mais rapidamente, se alimentando e se exercitando de forma mais apropriada.

Geneticamente falando, existem 3 tipos físicos diferentes: mesomorfo, endomorfo e ectomorfo. Você é na verdade uma mistura desses 3 tipos físicos, mas sempre existe a predominância de um deles em particular. O seu tipo físico “principal” vai ser aquele no qual você mais vai se identificar. Então vamos ver qual é o seu tipo físico:
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Salve marombada! Hoje vou falar, indo direto ao ponto, sobre quais são as funções das vitaminas, o que o excesso e a falta de cada uma podem causar e em que alimentos são encontradas.

Exemplos de vitaminas

As vitaminas são um grupo de compostos orgânicos necessários apenas em quantidades mínimas na dieta, mas essenciais para reações metabólicas específicas do interior da célula e necessárias para o crescimento normal e para a manutenção da saúde. Várias delas agem como coenzimas ou como um grupo de enzimas responsáveis pela promoção de reações químicas essenciais.

  •             VITAMINA A

Funções: visão, crescimento, desenvolvimento ósseo, desenvolvimento e manutenção do tecido epitelial (pele), imunidade, reprodução, anti-cancerígeno.
Fontes: óleo de fígado de peixe, fígado, rim, ovo, leite, óleo de dendê, cenoura, couve, espinafre, manteiga.
Deficiência: cegueira noturna, alterações cutâneas.
Excesso: dor e fragilidade óssea, hidrocefalia e vômitos em crianças, pele seca com fissuras, unhas frágeis, perda de cabelo, gengivite, anorexia, irritabilidade, fadiga, hepatomegalia e função hepática anormal, oscite e hipertensão portal.

  •             VITAMINA B1 (ou TIAMINA)

Funções: respiração tecidual, metabolismo de corboidratos, gorduras e proteínas.
Fontes: carne de porco, gema de ovo, fígado, coração miúdos, presunto, nozes, levedo de cerveja, germe de trigo.
Deficiência: confusão mental, fraqueza muscular, instabilidade emocional, depressão, irritabilidade, perda de apetite, letargia, beri-beri (insuficiência cardíaca e manifestações nervosas).
Excesso: Não conhecido.

  •             VITAMINA B2 (ou RIBOFLAVINA)

Funções: crescimento, produção de corticosteróides, formação das células vermelhas do sangue, gliconeogenese e atividade reguladora das enzimas tiróideas.
Fontes: leite, ovos, fígado, coração, músculo de boi e aves, hortaliças de folhas verdes, levedo de cerveja.
Deficiência: estomatite angular, lacrimejamento, queimação e coceira nos olhos, síndrome uro-genital.
Excesso: Não conhecido.

  •             VITAMINA B6 (ou PIRIDOXINA)

Funções: imunidade celular, liberação de glicogênio hepático e muscular, diurético.
Fontes: fígado, carnes, gema de ovo, cereais, pães integrais, banana, batata, frango, abacate.
Deficiência: anormalidades no sistema nervoso central, retardo mental, convulsões, anemia hipocrônica.
Excesso: insônia.

  •             VITAMINA B12 (ou CIANOCOBALAMINA)

Funções: metabolismo celular, crescimento.
Fontes: fígado, coração, mariscos, ostras, gema de ovo, carnes, queijos, peixe, camarão, lagosta.
Deficiência: diminuição do crescimento, anemia e outros disturbios sanguíneos e distúrbios no trato gastrointestinal.
Excesso: interfere na ação farmacológica de drogas anticonvulsivas.

  •             VITAMINA C (ou ÁCIDO ASCÓRBICO)

Funções: produção e manutenção do colágeno (integridade celular), cicatrização, absorção do ferro.
Fontes: frutas cítricas, hortaliças de folhas verdes, pimentão, tomate, batata.
Deficiência: fragilidade capilar, hemorragia, escorbuto.
Excesso: formação de cálculos de urato, cistina e oxalato (+ de 9 g/dia).

  •             VITAMINA D

Funções: absorção, mobilização e reabsorção de cálcio e fosfato.
Fontes: leo de fígado de peixe, manteiga, fígado, gema de ovo, leite, salmão, atum e luz solar.
Deficiência: raquitismo, osteomalácia.
Excesso: calcificação óssea excessiva, cálculos renais, calcificação metastática de partes moles (rins e pulmões), hipercalcemia, cefaléia, fraqueza, vômitos, náusea, constipação, poliúria, polidipsia.

  •             VITAMINA E

Funções: antioxidante.
Fontes: germe de trigo, óleo de milho, sementes de algodão, girassol e soja, vegetais de folhas verdes, gema de ovo.
Deficiência: fragilidade muscular, deposição ceróide no músculo liso, creatinúria, hemólise, reabsorção fetal, atrofia testicular, anormalidades embrionárias, distrofia muscular, encefalomalácia e necrose hepática.
Excesso: efeito anticoagulante e prolongamento do tempo de coagulação sangüínea.

  •             VITAMINA K

Funções: processo de coagulação sangüínea.
Fontes: vegetais de folhas verdes, fígado, leite, nabo, iogurte, gema de ovo.
Deficiência: hemorragia.
Excesso: anemia hemolítica, hernicterus em crianças.

  •             VITAMINA PP (ou NIACINA)

Funções: componente de coenzimas relacionadas às enzimas respiratórias e vasodilatadoras.
Fontes: fígado, carnes, peixes, trigo integral, amendoim.
Deficiência: fraqueza muscular, anorexia, indigestão, pelagra, estomatite angular, língua vermelha, lesões dematológicas, perturbações mentais.
Excesso: formigamento e enrubecimento da pele, sensação de latejamento na cabeça.

  •             ÁCIDO FÓLICO

Funções: divisão celular e transmissão de traços hereditários, formação e maturação dos eritrócitos e leucócitos.
Fontes: espinafre, vegetais de folhas verdes, fígado, levedo de cerveja, cenoura, gema de ovo.
Deficiência: diminuição do crescimento, anemia megaloblástica e outros distúrbios sangüíneos, glossites e distúrbios no trato gastrointestinal.
Excesso: interfere na ação farmacológica de drogas anticonvulsivas.

  •             ÁCIDO PANTOTÊNICO

Funções: essencial para a digestão de carboidratos, gorduras e proteínas.
Fontes: presente em todos os vegetais e animais. As melhores fontes são ovos, fígado e salmão.
Deficiência: dermatites, sensação de queimação, perda de apetite, náusea, indigestão, estresse.
Excesso: não se conhecem efeitos tóxicos sérios, mas a ingestão de grandes quantidades pode causar diarréia.

É isso ai pessoal… Semana que vem tem post sobre a Vigorexia… Aguardem!
Abraços e bom treino a todos!
Guilherme